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SOLOBONIGHT!!! Quase tudo sobre o evento de encerramento da I Copa Mix Tape!

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Saudações, raríssimas e raríssimos leitores! Hoje vamos comentar um pouco do que rolou no sensacional Solobonight, ocorrido na MUV, dia 08 de março, domingo, Dia Internacional da Mulher.

O evento, que encerrou a I Copa Mix Tape (falaremos da copa em outro post… aguardem), trouxe quatro bandas, em uma noite gostosa e extremamente bem organizada pelos Kingargoolas, que tiveram o apoio de diversos parceiros, devidamente citados ao final da matéria.

O INÍCIO

Primeiramente, devo confessar que não sou jornalista. Isso é meramente um hobby de alguém que adora música, e que gosta de acompanhar a cena local. Cena esta que vem se desenvolvendo de uma forma brilhante nos últimos anos. É surpreendente como temos talentos e mais talentos locais, soterrados no mar de mediocridade midiático, com pouco espaço, mas com uma vontade imensa de trabalhar e se mostrar. E é isso que temos percebido a cada evento. Muita boa vontade e qualidade. Os eventos são, muitas vezes, tentativa e erro. Esse eu posso dizer que acertou e muito, e em vários níveis: qualidade das bandas, diversidade musical, pontualidade, local do evento… enfim, vamos destrinchar esses pontos na matéria.

SOLOBO…NIGHT?

Bom, pra começar esse papo, vamos destrinchar o significado de “Solobonight”, para os desinformados que, como eu, não entenderam o nome, eheh. A banda Kingargoolas tem uma música chamada Solobonite em seu primeiro disco. Com a palavra, Mackey, o óme do Teremim: “Ela se chama assim porque faz referência a um filme do Ed Wood, chamado Plan 9. Seria, segundo o filme, uma bomba, uma explosão, que destruiria o universo todo…é uma viagem, porque o filme é B total, mas a gente adora essas porcarias, hehe”. Solobonite, segundo a Wikipedia, é uma bomba imaginária concebida pelo cineasta Ed Wood. “Tal objeto figura no filme de maior sucesso do diretor, Plano 9 do Espaço Sideral (Plan 9 From The Outter Space) de 1956. Segundo o enredo do filme essa bomba, mais poderosa do que qualquer outra já criada pelo homem, seria capaz de explodir a própria luz do Sol, e por consequência, todo o sistema solar!”. Eu adoro saber de onde surgem nomes e ideias, e a Kingargoolas é uma banda que trabalha muitas referências pop (quadrinhos, cinema etc). Mais à frente, inclusive, é uma ideia do Gorpa Music (mais especificamente, do Gustavo da Trupe do Disco Voador) destrinchar referências e composições de músicos locais.

LOCAL DO SHOW

MUV. Como o pessoal de Gorpa sabe, a MUV é reduto da música sertaneja. Eventos de rock são absolutamente raros lá. Então, era uma incógnita, nesse aspecto. O local é muito acolhedor. O palco, bonito. O espaço não é grande, mas perfeito para eventos underground. Não posso deixar de comentar que o público me surpreendeu, pois realmente tinha uma boa quantidade de pessoas no local. O povo foi chegando aos poucos, e o recinto ainda não estava cheio quando a primeira banda, a Feeling Folk´s, tocou. Mas depois encheu, e a galera se divertiu, pulou, dançou e bebeu de forma absolutamente ordeira. Roqueiro é tudo gente boa! 😀

Não vou dizer que a cerveja era barata, mas ao menos as opções eram muito boas, o que não ocorre em todos os eventos, se é que me entendem…

1, 2, 3… FEELING FOLK´S AND REDNECKS

603116_781955448558536_3153684019065502489_nBom, mas isso aqui é rock´n´roll, então chega de papo! A primeira banda a subir ao palco foi, como supracitado, a Feeling Folk´s and Rednecks! É uma banda bem diferente do que estamos acostumados a ver por aqui. Country, country rock, folk, bluegrass, mais ou menos por aí. Com uma pegada forte, de fibra. O som é uma delícia. Imagino o que será o CD desses caras! Fotos e vídeos do evento estão sendo divulgados na página do evento no Facebook. Clique aqui.

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Feeling Folk´s e seu country na Solobonight

Além daquele banjo sensacional (que não é um banjo, e sim um mandolin, mas eu manjo muito dos paranauê…), ainda tem um violoncelo lindo (que também não é um violoncelo, nem um baixolão, como eu pensei, mas um baixo acústico), com um som encorpado e elegante. Realmente muito bom. Os caras mesclaram covers com músicas próprias, e talvez lancem seu primeiro disco ainda esse ano. Na torcida aqui, pois acredito que o potencial é grande. Saquem as músicas tocadas no evento:

1- Interior do Paraná
2- Ring Of Fire
3- Eu Voltei
4- King Of Fools
5- Raízes
6- Rockaway Beach
7- Folsom Prison Blues
8- Velho Bar
9- A Garrafa e a Ansiedade

A formação da piazada é essa:

Lucas Otaki- Vocal/violão
Mattheus Cabeça – Baixo Acústico
Emerson Bolacha – Guitarra
Gabriel Brito – Mandolin (que eu, do alto de meu vasto conhecimento musical, jurava que era um Banjo)

Dr. SKROTONE E A MÁFIA DO SKA

Quem foi ao show, de forma geral, sabe o que é Ska. Mas sei que a maioria das pessoas desconhece o estilo. O Ska é um dos troços mais dançantes já criados pela humanidade. Eu gosto muito, mas foi a primeira vez que vi um grupo do gênero ao vivo. E confesso que adorei. Achei simplesmente inebriante!

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Máfia do Ska no palco da MUV

O ska, embora soe muito diferente do reggae, foi o precursor do gênero que consagrou Bob Marley. Surgido no fim dos anos 50, na Jamaica, mistura ritmos caribenhos como o mento e o calipso, com músicas estadunidenses, sobretudo o jazz, o jump blues e o rhythm blues (valeu, Wikipedia!). Creio que a banda mais conhecida e consagrada do gênero foi a Skatalites, dos anos 60. No Brasil, já naquela década havia reminiscências ao ska dentro da Jovem Guarda. Já nos anos 80, o exemplo mais forte são os  Paralamas do Sucesso, que lançaram várias músicas desse gênero, mas várias bandas dos rock nacional dos 80 e 90´s tem influência desse gênero, por vezes confundido com o reggae.

Voltando ao presente, A Máfia do Ska é uma banda pontagrossense, de enorme10675579_281705848619690_1119410691082465112_n qualidade técnica, com várias composições próprias. A banda também toca alguns covers e versões (rolou inclusive Paralamas no show, além da seminal Skatalites), mas produzem material próprio. O visual da banda é muito legal, com gravatas e tudo o mais, bem típico do vestuário tradicional do ska. Os instrumentos de sopro são muito fortes nesse gênero musical, trazendo uma sonoridade aberta, alegre e dançante. Foi bonito de ver a galera dançando na MUV! O local já tinha bastante gente quando a Máfia subiu ao palco.

Eis uma mensagem da Máfia do Ska que resume o que representou a noite de domingo: “Chega a ser indescritível a atmosfera que vivenciamos aí em Guarapuava. Sabemos das dificuldades em fazer um evento desse porte apenas com artistas regionais. E ontem foi uma prova que o Paraná é um celeiro de talentos da subcultura, e tem toda a capacidade para se tornar um polo nacional e referência não só na música, mas em todos os âmbitos que envolvem a arte. Ficamos extremamente felizes com o retorno do pessoal que compareceu. Reunir tantas pessoas, num domingo com chuva, somente músicos do estado, para a cidade é um privilégio e estão de parabéns; a noite foi perfeita.”

Setlist:

– Intro (Própria)
– Dobrando a esquina (Própria)
– Gangsters – Specials (Versão)
– Somos Brasileiros (Própria)
– Ska ska ska (Própria)
– I chase the devil – Max Romeo (Versão)
– Vida Simples, Luta Dura (Própria)
– Sete Covas (Própria)
– O Patrão – The GodFather (Versão)
– Malaco – Specials – messenge to you rude
– Guns of Brixton – Clash (Versão)
– Guns of Navarrone – Skatalites (Versão)
– Anti Racista (Própria)
– Jam (Própria)
– O Beco – Paralamas (Versão)
– Pressure Drop – Maytals (Versão)
– Monkey Man – Toots and Maytals (Versão)

Formação:

Juninho – Vocalista
Danilo – Bateria
Gabriel – Baixo
Rodrigo – Guitarra
Larissa – Teclado
Elson – Saxfone
Willian – Trompete

KINGARGOOLAS

Kingargoolas, com o Chucrobillyman no centro

Kingargoolas, com o Chucrobillyman no centro, e o Ramon logo atrás (aquele orelhudo ehe)

Após o espetáculo promovido pela galera do ska, presenciamos a dona da bola, promotora do evento, idealizado do conceito. A Kingargoolas, com sua surf music instrumental. O quarteto é tecnicamente muito, mas muito bom. Eu nunca tinha visto ao vivo. Tenho o primeiro disco (o segundo está para ser lançado), e achei que o grupo soa bem mais pesado no palco que em CD. Até me surpreendi nesse sentido. A presença de palco é ótima, e aquela máscara irônica do Mackey (guitarra) é um caso à parte. Também é com ele o momento Theremin do show. Um instrumento inusitado e bastante incomum, de difícil execução. A banda tem bastante material próprio, e mesclou músicas dos dois discos. Pela qualidade apresentada, parece-me que vem algo realmente muito bom por aí. Interessante notar que, com todo o reconhecimento que o grupo já tem, os caras são simples e humildes (as máscaras se restringem ao palco ehe). E, mesmo que não pretendam se tornar promotores de eventos, definitivamente se deram muito bem neste! Durante o show, apareceu até um mascote à la Eddie, distribuindo bebida… divertido e inusitado eheh.

Quanto ao Theremin (ou Teremim), é um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrônicos, tocado sem contato físico do músico. Ele é bem antigo, foi patenteado em 1928, mas inventado em 1919 pelo russo Lev Sergeivitch Termen. Quem quiser entender o seu funcionamento, pode clicar aqui. Basicamente o instrumento é o pai do sintetizador e da música eletrônica. O uso do teremim é comum em trilhas de filmes de terror e ficção científica (como no clássico “O Dia em que a Terra Parou, ou nas aberturas das séries “Doctor Who” e a antiga “Startrek”), e foi “redescoberto” pelas bandas de rock nos anos 60 e 70. Os Rolling Stones e o Led Zepellin fizeram uso do instrumento. O Zep o utilizava ao vivo na execução de “Whole Lotta Love”. O som é etéreo, por vezes fantasmagórico, e definitivamente mágico.

Bom, a Kingargoolas estava encerrando com a música “Wipe Out“, mas o povo pediu, pediu e ganhou mais uma. A galera só pede mais uma música quando a banda agrada de verdade. Do contrário, todo mundo dá graças a Goku e respira aliviada. E assim os mascarados terminam seu set, aclamados e certamente felizes pela missão bem cumprida, abrindo espaço para a última atração da noite, o malucaço Chucrobillyman!

Setlist

Enia, Puxe o Freio!
Lambreta Sunburst
Tit’s a go go
Pullover Tom Pastel
Corra Carlos, Corra!
Rockula
Crazy Race Rock
Le Mequifoá
Solobonite
Tequila
Hipotálamos Reverse
Tantra Wave
Crazy Cuckoo Clock
Surf Party
Fórceps Poseidon
Wipe Out
Acme Speed Dynamite

Formação:

Baixo: Joerto
Guitarra: Aredes
Guitarra/Theremin: Mackey
Bateria: Cerso

BRINDES E PRÊMIOS

Apresentada pelo Duda, da MIXTAPE, tivemos uma sessão de sorteios de brindes, piercings, tatuagens, vestido, bandana e outros prêmios. Momento mimoso do evento 🙂

O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN!

Para encerrar o minifestival, contamos com a presença da lenda viva, insana e11061992_1019596184736480_3095445856824501799_n psicótica, vinda de Curitiba… Chucrobillyman, a banda de um homem só! Com um som pesado, psicodélico e personalíssimo, o Chucro e seu slide fizeram a festa da galera. Acho interessantíssimo perceber que músicos experimentais como ele conseguem ter espaço ainda, num mundo tão monocromático. Pode-se gostar ou não do som. Só não se pode negar a genialidade do cara, que toca violão, bateria e instrumento de sopro, tudo ao mesmo tempo, além de não parar quieto. Lá pelas tantas, circulou pelo recinto, dividindo a viola enquanto quase plantava bananeira. Basicamente um doido. Mas um doido de imensurável talento! O som é uma paulada na orelha.

Uma de suas músicas, Chicken Flow, foi utilizada num clip-divulgação da  11ª Corrida Noturna Unimed Curitiba. Confira o divertido vídeo aí:

10620136_894270167269007_5815615061432568515_oNa própria definição de Klaus Koti, o único membro da banda (que além de músico, é artista plástico), “Chucrobillyman decidiu montar sua “banda de um homem só” e tocar todos os instrumentos sozinho e ao mesmo tempo mesclando o minimalismo do rock, a urgência do blues e do punk e a estética do som garageiro dos anos 60.” Ele cita ainda motores diesel e sistemas elétricos como influências musicais. Há muito material no Youtube sobre o cara. Clique nos links abaixo para conhecer:

Clip de Chicken Flow
The Chicken Album (disco completo)
Show no Psicodália 2012
Para acessar seu site oficial, clique aqui.

Eis a seleção de músicas da noite, que também teve pedido de bis (devidamente concretizado):

1- Viola Intro
2- Heart Ignition
3- Whiskey-o-Wine
4- Nothing to Choose
5- Fried Chicken Blues
6- Ezquizofrenic Love
7 –Space Blues
8- Going to see ma Babe
9- Shinning Light
10- Rollercoaster Love
11 – Chicken Truck
12 – No Enzime Blues
13 – Carmem
14 –Dirty Doll
15 – Chicken Style
16 – Macumba for You

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PARCEIROS

O evento foi realmente fantástico, muito bem organizado pelos Gargoolas, e teve diversos apoiadores, devidamente citados aqui: Armazém do Malte, Beer’s House, Armazém do Rock, Tales Tattoo, Studio Arte & Beleza, Atelier & Brechó Irisdelfane, Revival Bolsas e Artes, Brownie do Chef Guigão, Gráfica Imagem, MixTape, Fosferia e Donizete Krasniak.

E que venha logo o próximo Solobonight!!! 😀

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Maquinária Rock Field – Parte 2A (Domingo)

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Chegou o domingão! Enfim, estamos nos aproximando do final da sequência de artigos referentes ao maior festival de roquenrou de Gorpa e região!

O início dos trabalhos ficou a cargo da banda de Punk Rock SEM SYSTEMA. Baseada na nossa vizinha cidade de Irati. nascida em 2010, a banda toca basicamente com um repertório de covers, embora já tenha algumas músicas autorais também. Confira aqui a página deles no Facebook. Não encontrei página oficial no Youtube, mas há alguns vídeos no canal chamado sandrosemsystema. Abaixo, os camaradas no Maquinária!

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O setlist tocado pela galera é esse:

AMERICAN PSYCHO – MISFITS
ANARQUIA OI – GAROTOS PODRES
DESAPREÇO – SEM SYSTEMA
HEAVEN KNOWS – RISE AGAINST
PAPAI NOEL VELHO BATUTA – GAROTOS PODRES
O QUE NOS RESTA – SEM SYSTEMA
NEGA JUREMA – RAIMUNDOS
VELHO PUNK – GRITANDO HC
ESCRAVOS DA EVOLUÇÃO – SEM SYSTEMA
A INTERNACIONAL – GAROTOS PODRES
NÃO EXISTEM LEIS – GRITANDO HC
RAZÃO E O PRAZER – SEM SYSTEMA
HELENA – MISFITS
VÍTIMAS DA PODRIDÃO – CALIBRE 12
PAGAR PELO QUE PODE TER – SEM SYSTEMA

Na sequência, tivemnailsos outra banda com um repertório de covers, mas em outra praia, a do rock clássico. É a NAILS ON THE WALL. Você pode conferir neste link a performance da banda, tocando Free Bird, do Lynyrd Skynyrd (eles também mandam Simple Man, da mesma banda). A página da piazada no Face é esta. Há um canal no Youtube, ainda com pouco material, mas acesse aqui para acompanhar. O setlist, simplesmente espetacular para quem curte classic rock (como é o meu caso), é esse aí: Johnny B. Goode / Sweet Home Alabama / Tush / Have You Ever Seen The Rain / Simple Man / Bad Moon Rising / Paranoid / Free Bird.

A banda seguinte, SUPERSTIÇÃO, vem com um som bem supersticaomais pesado, tendo os grupos Brujeria e Coal Chambers como base de seu repertório, mesclando com algumas composições próprias. Os caras são da cidade de Rio Azul, e você pode conferir a performance deles aqui, mandando um cover de Division del Norte, da ótima banda Brujeria. Há essa outra gravação, da música Brujerizmo, publicada no canal do Joelcio Soares, onde você pode encontrar mais material da Superstição.

feeling folkPausa para respirar! Após a pancadaria supersticiosa, tivemos a cada vez mais conhecida FEELING FOLK´S AND REDNECKS! Esta é uma banda que faz um som country, folk, com direito a banjo, o que lembra aqueles sensacionais grupos de bluegrass tão em voga atualmente. Você pode curtir algumas músicas desses caras no Soundcloud da banda. E assista ao bom clip da música Velho Bar aqui. E, enquanto você curte os sons da banda, aproveite para pedir um sushi na Otaki Culinária Japonesa, de propriedade do Lucas Otaki, membro da banda (não é propaganda paga, juro ahahah). Para concluir, o Toni gravou A Garrafa e a Ansiedade, tocada no Maquinária. Assista aqui! Confira as músicas que rolaram no show deles:

1 Velho Bar
2 Rockaway Beach
3 Raízes
4 Eu Voltei
5 Folsom Prison Blues
6 Ring of Fire
7 King of Fools
8 Interior do Paraná
9 A garrafa e a Ansiedade

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A banda seguinte foi a MYTHKING. A banda, uma mistura de metal, rock clássico e blues, foi fundada em Pitanga, lá pelos idos de 2008, e trabalha principalmente com músicas autorais. Bem interessantes, por sinal, como se pode notar em mais um vídeo produzido pela Indústria do Rock. Clique aqui para conferir a song “Music Isn’t Only to be Heard”. Destaco ainda a capa do EP The King, lançado em 2011, na imagem logo abaixo do setlist da banda, que traz uma arte realmente muito boa! As músicas apresentadas pela turma foram as seguintes:

1. Running Froms His Lion
2. For Charles Baudelaire I Sing It
3. Pornographic World
4. War Pigs (Black Sabbath)
5. Music Isn’t Only to Be Heard
6. The King

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Se você viu e gostou, ou não viu e ficou curioso, curta a página dos caras no Face, clicando aqui! A banda tem site oficial também, Clique aqui para acessar. Destaco especialmente a discografia, com três EPs para download gratuito! Há ainda uma sessão contando a história da banda, além de outra que traz as novidades. Um site extremamente bem organizado, que demonstra um bom gerenciamento de carreira, em minha opinião. Parabéns, galera!

Kill Again

Na sequência, KILL AGAIN, banda Thrash Metal de Cascavel, formada em 2013. Assista os camaradas mandando Betrayer of Humanity aqui, novamente via Indústria do Rock. A página oficial da banda no face é esta. Também vá vários vídeos aqui neste canal do Youtube. Há uma única faixa no Soundcloud também. Clique aqui e confira a música Kill Or Die, que também foi executada no festival! Apesar de ser uma banda nova, eles mandam bem no palco, com uma presença muito segura, e usam de forma efetiva as redes sociais para divulgação de seu material. Eles tem até um site oficial (confira aqui), o que não é lá muito comum entre as bandas. Confira o setlist apresentado pela banda cascavelense:

I – TOTAL DEATH
II – BREAK THE SYSTEM
III – FIND THE ARISE
IV – FALSE REALITY
V – BETRAYER OF HUMANITY
VI – KILL OR DIE
VII – MIDNIGHT QUEEN
VIII – SE PEDI NÓIZ TOCA!! (??????)

 Por fim, mas não por último (pois o artigo está terminando, mas o festival ainda teria muita coisa boa pela frente), vamos à oitava banda do dia, a guarapuavana e pesadíssima FUSILEER! Reconhecida pela qualidade de seu som (e do show também), os caras vieram pra quebrar tudo. E não decepcionaram… ainda tivemos uma inovação aqui. A Indústria do Rock registrou o show dos caras na ÍNTEGRA! E com uma qualidade bem boa. Confira abaixo, faixa a faixa:

Fusileer – Intro + Redneck stomp (Obituary cover)
Fusileer – Fusileer
Fusileer – Toxic Human
Fusileer – War Thriumph
Fusileer – Thrash Metal
Fusileer – Extreme Torture + Exterminio

Bom, com isso, não preciso nem me alongar muito. Os vídeos falam por si, e quem viu, de forma geral, gostou muito.

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Daqui uns dias, teremos a conclusão da série de artigos sobre o Festival! Aguardem 😀