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Maquinária Rock Field – Parte 2B (Domingo)

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Bem, pessoal, dando sequência e finalizando a série de artigos sobre o MAQUINÁRIA ROCK FIELD, adentramos o domingão, noite fechada, pau comendo solto no palco. Agora, com os pacatos cidadãos de Prudentópolis que formam a banda BLOODSUCKER! Sim, Prud tem peso, e não é pouco! O som é basicamente Thrash, e os caras chegaram a ficar em 2º lugar no Irarock, realizado em Irati, em 2014. Confesso que não sei se eles tem material próprio, mas no Maquinária eles tocaram covers, como se pode perceber na settlist abaixo:

Domination – Pantera
Roots bloody Roots – Sepultura
refuse/resist – Sepultura
Contractor – Lamb of God
Laid to Rest – Lamb of God
Territory – Sepultura (clique para acessar o vídeo feito pela Indústria do Rock). Eis a galera aí:

Bloodsucker

Bloodsucker

Para conhecê-los melhor, acesse sua página no Facebook!

A próxima banda da noite foi a guarapuavana OPEN SCARS, com seu som extremo! É um death/grindcore sem concessões. O trio lançou um EP intitulado “Holy Corruption” em 2013, que foi a base do show realizado no festival, contando com músicas autorais. Confira o setlist:

1 – Hysteria
2- Stench of Greed
3- intro + religious Death
4- I shit for Religion
5- Faith Perverse
6- Holy Corruption
7- Killing justified

Para conhecer mais:

Página no Facebook
Vídeo da música I shit for religion, by Indústria do Rock
Soundcloud
Quando o cara anuncia I shit for religion, dizendo “essa música vai para a religião, que não serve pra nada”, pensei que uma bomba cairia no local, tamanho o sacrilégio dessas palavras em território guarapuavano (Operação Sacrilégio à parte, naturalmente ahaha). Mas não, vivemos em uma democracia e consta que a banda sobreviveu ao show 😀

open scars

 

Contrastando com as bandas infernais, o frio aumentava mais e mais. Nada muito celestial, mas o calor ficava por conta do som, pura e tão somente. Recebemos uma prévia do inverno em pleno mês de fevereiro. E silverfoi com esse espírito agasalhado que conferimos a próxima banda, a ótima SILVER GRAVE, que trouxe um metal bem tradicional lá de Toledo. Formada no início desse milênio, os caras fazem um heavy metal de responsa, com ótimo instrumental e um vocalista excelente, que emula com muita competência o grande, gigantesco e colossal Rob Metal God Halford! Eu, como fã desse tipo de música, devo confessar que curti muito o show. Olha aí as songs silvergravianas que rolaram no festival:

Intro Between the Heaven and Hell
(Apresentação Alessandro)
The Silence is With Me
False Rituals
(Apresentação Evandro)
Into the Pit (cover de Fight)
Souls in Pain
(Apresentação Alessandro)
Abigail (cover de King Diamond)
Silver Grave

Links:

Página no Facebook
Vídeo no Maquinária, by Indústria do Rock (música Between the Heaven and Hell
Metal Archives

Altas horas da noite, entra a guarapuavana ULTRA VIOLENT em campo, já com torcida ganha. Foi até fácil. Os caras são manjados, populares na city e a galera quicou bastante. Rolou até uma distribuição de camisinhas por conta do Carnaval. Trepe com moderação! Ou melhor, com segurança! Apoiado, tem que alultraertar a galera mesmo, porque depois da m**** feita nem sempre há volta… o setlist mesclou músicas antigas, compostas em inglês, com as mais recentes, no idioma pátrio, na língua-mãe, a última flor do lácio… enfim, o bom e velho portuga! O trio parada-dura não deu sossego para os vizinhos e enfileirou uma porrada na orelha atrás da outra. O Rocha, estreando na profissão de papai, destilou toda a sua fúria metálica nos presentes que, agradecidos, interagiram muito bem com a banda! Eis as suaves canções que rolaram:

 

Lama de sangue
Um passo para trás
Engatilhado
Bem vindo a era da ultra violência
190
Eminent
I.N.E.R.T.E
Sick scars on me

Links ultraviolentos:

Facebook
Ultra Violent – I.N.E.R.T.E (vídeo Maquinária)
Soundcloud
Youtube

Os próximos a entrar no palco foram os mineiros (Uberlândia) do DARMA KHAOS! O frio estava mais intenso, o público cansado, parte dele já não estava mais lá, e havia, portanto, menos gente conferindo esse show. Mas eles entraram com gana e garra, e isso pôde ser claramente percebido pelos presentes. O estilo é um metal crossover, se é que se pode definir dessa forma. Tem aproximação com o nu metal da segunda metade dos anos 90 (o que sempre gera narizes torcidos por parte da turma do metal tradicional). De qualquer forma, eles tem material autoral, o vocalista é bastante carismático e a banda toca bem. Ouvindo as músicas disponíveis no site Palco MP3, percebe-se um ótimo nível de profissionalismo, o que não surpreende, considerando que estão na estrada há mais de 10 anos. O setlist apresentado foi esse:

In Shades
Unfaced
Good God
Somebody Somenone
25 Hs of Hate
Freak on a Leash
Blind
Chibata!

Links para conhecer melhor os mineiros (garanto que não se arrependerá – ouvi algumas e curti bastante)

Facebook
Youtube
Palco MP3
Vídeo no Maquinária – música 25 Horas

Darma Khaos

Darma Khaos

 

Com o horário do evento estourado e relativamente pouca gente ainda presente, tivemos a entrada da banda idealizadora do festival, a MAQUINÁRIA! O set acabou sendo curto para compensar um pouco o atraso Apenas cinco músicas (mais intro), todas autorais. A banda manda bem no palco. Sou particularmente fã do som da guitarra, o Osni manja dos paranauê! Ainda precisamos fazer uma longa matéria com essa banda, que deve ter muita história pra contar. Além de ser das mais antigas do rock gorpiano, os caras são apoiadores importantíssimos da cena da região. Saca só o setlist:

01 – Intro
02 – Rock n roll Mania
03 – Nada Será em Vão
04 – Conversa Fiada
05 – 3 de Setembro
06 – Durante Muito Tempo

Alguns links relacionados à banda:

Vídeo de Rock n Roll Mania no festival
Canal no Youtube
Facebook
Soundcloud

Formação:
Osni – Guitarra e vocal
Adriano – Baixo
Júnior – Bateria

maquinaria

Bem, com isso finalizamos a série de artigos sobre o festival MAQUINÁRIA ROCK FIELD!

Agradecimentos especiais ao Eli, da Pallco, Junior Batista, da banda Maquinária e Pallco, Toni (pelos vídeos aqui utilizados), Joãozito da Bup, Jordana (que beleza de chopp eheh), e principalmente aos amigos de longa data Cezar Max, Helby e Rodrigo Antunes, pela companhia! Abaixo, os links das cinco matérias que compõe este relato, em sua ordem correta:

Parte 1 (sábado)
Parte 2 (sábado)
Parte 3 (domingo)
Parte 4 (domingo)
Parte 5 (Torture Squad)

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Maquinária Rock Field – o Festival está de volta!

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Maquinária Rock Field

Maquinária Rock Field

Um dos mais importantes festivais da cidade de GORPA está de volta, em uma edição recheada de grandes bandas. Nota-se a qualidade do evento pelo line-up apresentado!

Em uma produção da PALLCO com os DEAD COWBOYS (Motorcycle Custom Club), e levando o nome da banda que idealizou o festival – Maquinária, teremos dois dias de shows na Chácara Morada da Lua, Vale do Jordão. Os portões serão abertos às 09h do dia 14, sábado, e serão dois dias recheados de rock´n´roll e bera.

Mas vamos falar um pouco, só um pouco, de cada uma das bandas que estarão presentes.

SÁBADO, a partir das 15h

SUDARYUM

Banda guarapuavana, de rock progressivo com temática cristã

VOLTZ

FAUNO

Banda curitibana, um rock´n´roll vigoroso em português

SEGREDO ÁS

Banda guarapuavana de rock autoral, com letras em português

MÉDICOS DE CUBA

Banda de Hard Rock Alternativo, fundada em 2013, e baseada na cidade de Araucária. Também com letras em português

DISASTER BOOTS

Banda de Gorpa, com um rock´n´roll que parece saído do final dos anos 60/inócio dos 70, e vencedora do III FUCA em 2013

CORJA PUTRE

Banda curitibana formada em 2007, faz um som Hardcore / Crossover

THE EMPIRE RISE

Banda guarapuavana de Melodic Hardcore / Metal

VOMITFICATION

Death Metal direto da cidade de Dois Vizinhos

BUP ROXETIN

Banda guarapuavana surgida no último Maquinária, em processo de gravação de seu primeiro disco. Vai rolar canção nova nessa edição

EMBRIO

Banda de Thrash metal de Cascavel, formada em 2005, com um disco lançado

GOATCULT

Banda guarapuavana de Death Metal

ALVOCORE

Banda de Hardcore Melódico de São Paulo

FUTHÄRK

Banda de Folk/Death Metal, também daqui de Gorpa

TRATOR BR

Banda de Death Metal, de Bauru – SP

DOMINGO, 15h

SEM SYSTEMA

Punk Rock da nossa cidade-irmã, Irati

NAILS ON THE WALL

Rock acústico, faz covers de outras bandas (corrijam-me se estiver errado)

SUPERSTIÇÃO

Baseado na cidade de Rio Azul, faz sons próprios e covers de Coal Chambers e Brujeria

FEELING FOLK´S And Rednecks

Bluegrass guarapuavano

MYTHKING

Banda de rock/metal fundada em 2008, em Pitanga – PR

SEXPLOSE

Banda guarapuavana de Hardcore melódico

KILL AGAIN

Thrash Metal de Cascavel – PR, fundada em 2013

FUSILEER

Thrash Metal guarapuavano

BLOODSUCKER

Thrash e Heavy Metal de Prudentópolis

OPEN SCARS

Death/Metal/Grindcore guarapuavano

SILVER GRAVE

Heavy Metal Tradicional formada em meados do ano 2000 em Toledo – PR

ULTRA VIOLENT

Thrash Metal guarapuavano, alterna letras em inglês e português

DARMA KHAOS

Heavy Metal mineiro, de Uberlândia, uai!

MAQUINÁRIA

A banda que dá nome ao festival

TORTURE SQUAD

Precisa comentar??? Bom, vamos lá então… banda de Thrash/Death Metal de São Paulo, formada em 1990, que faz um som altamente técnico e veloz, e quem vem divulgando seu primeiro disco com título em português, Esquadrão de Tortura, um trabalho conceitual sobre o período em que os militares governaram o Brasil. Quem curte metal não pode perder!

 

Taí, pessoal um resumão básico sobre o que será o Carnaval da galera que curte rock´n´roll! Adquira seu ingresso (informações na imagem acima) e corra!

ONSLAUGHT, ARTILLERY, MAQUINÁRIA # Cancelado#

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Bom, pessoal, o evento foi cancelado por questões logísticas relacionadas às próprias bandas, mas vou manter os textos sobre o Onslaught e a Artillery, pois vale a pena conhecer. Muita gente não teve oportunidade de ouvir esses sons, então fica aí o texto com dicas de “audição” e tudo o mais. 🙂

 

Buenas, galera! Dia 28 de novembro, no CTG Fogo de Chão, a partir das 21h, teremos ONSLAUGHT, ARTILLERY E MAQUINÁRIA quebrando tudo em Gorpa!

 

Aproveitando a vinda das bandas estrangeiras Artillery e Onslaught, vamos fazer uma pequena revisão histórica aqui, para relembrar os fãs dos dois grupos, e para fazer conhecer àqueles que ainda não tiveram oportunidade de se deparar com a sonzeira thrash dos dinamarqueses do Artillery e dos britânicos do Onslaught. Ambas surgiram mais ou menos no mesmo período (1982/83, na gênese do Thrash Metal) e, em comum, se dispersaram em algum momento, voltando anos depois.

Comecemos pelo quinteto vindo da Dinamarca, ARTILLERY. A banda renasceu duas vezes e já teve diversas formações. Relegada ao segundo escalão do Thrash, nunca teve o merecido reconhecimento, embora baste ouvir os discos para perceber o tamanho da injustiça.

Formada pelo guitarrista Jørgen Sandau e pelo baterista Carsten Nielsen em 1982, foi com a chegada do vocalista  Per Willem Onink e dos irmãos Michael e Morten Stützer (guitarra e baixo, respectivamente) que a banda tomou corpo. Ainda naquele ano, gravam a demo “We Are Dead” (lançada em 83) e de lá para cá, são 8 álbuns de estúdio, além de compactos, demos e compilações.

A banda lançou três discos considerados clássicos: Fear of Tomorrow (1985), Terror Squad (1987) e By Inheritance (1990) antes de encerrar suas atividades. Após um lapso de oito anos, voltam à ativa, agora com os irmãos Stützer nas guitarras, consagrados pelos seus riffs característicos e timbres únicos. O grupo se desfez novamente em 2000, voltando em 2007, com baixa atividade, mas firme na ativa desde 2009, agora de forma mais consistente.

Além dos brothers, a formação atual ainda conta com Josua Madsen (bateria), Peter Thorslund (baixo) e o versátil vocalista Michael Bastholm Dahl. Eis o vídeo oficial da música “Legions“, do mais recente trabalho da banda, o homônimo Legions (2013).

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Outra banda com um som pesado é a ONSLAUGHT. Formada em 1983, na cidade de Bristol, Reino Unido, chegou a lançar 3 discos nos anos 80: Power from Hell (1985), The Force (86) e In Search of Sanity (89). De tanto procurar, encontraram a sanidade perdida e ficaram um bom tempo sem ela, mas para felicidade dos fãs dos riffs do Thrash, o grupo recuperou a demência com um novo disco em 2007. De lá para cá, a banda lançou mais dois discos, e tem hoje a seguinte formação:

  • Sy Keeler – vocal
  • Nige Rockett – guitarra
  • Andy Rosser-Davies – guitarra
  • Jeff Williams – baixo
  • Mic Hourihan – bateria
  • Leigh Chambers – guitarra

Onslaught+band

 

A abertura do evento ficaria por conta da nossa guarapuavana MAQUINÁRIA, banda fundada em 1989, e que conta hoje com Osni, único membro original,  na guitarra e vocal, Adriano no baixo e Júnior na bateria. Tem vídeos no Youtube, mas você pode ouvir duas das músicas no Soundcloud. Recomendo ainda o divertido clip feito para a música “Conversa Fiada”, com participação de Alex Ferrera, da Sexplose, e direção e produção de Ricardo Kuster, Cris Pawlowski e Marcelo Augusto. Clique AQUI.

III Apocalipse Metal

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Rolou, no sábado 20 de setembro, o 3º Apocalipse Metal, trazendo sete bandas absolutamente insanas e pesadas ao Clube Guarapuava.

Eu vi apenas as 4 primeiras. A clássica Maquinária abriu os trabalhos, com um metal um pouco mais “light” (comparando com as bandas que viriam na sequência), na definição dos próprios membros durante o “ataque”.

Maquinária

Maquinária

A segunda banda da noite foi a Immortal Flame, de Death Metal, com uma pegada constante e muito boa. O público, enquanto isso, só na cerva e na coca (cola, bem entendido). Estamos tendo uma boa quantidade de eventos roqueiros na cidade em 2014, e isso é ótimo. Por outro lado, pulveriza um pouco  o público, que não dá conta de participar de tudo. Particularmente, pensei que teríamos mais gente no Apocalipse. Pelo menos os que foram agitaram bastante!

Immortal Flame

Immortal Flame

A galera acordou pra valer com a entrada da terceira banda, a Zombie Crew, de Toledo. Com membros carismáticos chamando a plateia, a bateção de cabeça comeu solta ao som do thrash toledano. Puta sonzeira!

Zombie Crew em ação, em outra noite

Zombie Crew em ação, em outra noite

A seguir, tivemos a caseira Ultraviolent, banda sedimentada na cena local. Um power trio fazendo um thrash violento, com letras em português e inglês, e com direito a baterista tocando com uma máscara de cavalo. A galera pirou tanto que o grupo foi “obrigado” a tocar mais uma no final. Pegada muito boa!

Rafael Pelete, em foto de Toni Fotografia

Rafael Pelete, em foto de Toni Fotografia

Posto mais algumas fotos aqui quando tiver da noite do show mesmo.

Infelizmente não fiquei para assistir as demais bandas. Quem quiser comentar algo sobre o que rolou depois, fique à vontade. No geral, tudo muito tranquilo. O local foi adequado para a quantidade de gente que foi. Só achei que o som podia estar mais potente. Tudo bem que sou meio surdo, mas… quanto mais alto, melhor! ehe. Que venha o próximo evento apocalíptico!

Fui com a Daniele, minha esposa, que não é fã de metal, mas curtiu os sons. Só ficou meio assustada com o público ahaha. 🙂

Eu e Daniele (esposa)

Maquinária

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Maquinária é uma banda guarapuavana das antigas. Formada em 1989, faz um som bem BRock, e tem pelo menos dois clips oficiais no Youtube. Um deles é esse que você confere aí abaixo:

O grupo é formado por Adriano Ribeiro (baixo), Osni Santos (voz e guitarra) e Júnior Batista (bateria).

Produção musical: Heaven Kuster Studio
Vídeo clipe: MidiUp Criações

Acompanhe a banda no Facebbok:

https://www.facebook.com/bandamaquinaria